Síntese4x4

Como o brog está meio abandonado,
resolvi dar uma derrapada no mesmo...

A idéia seria dum resumo das partes mais importantes da lida4x4.
Porém, porquanto falta o tempo ou disposição, cito os títulos:

Iniciante4x4
Segurança4x4
Atitude4x4
Manutenção4x4
Clube4x4 (praqueles que por desventura queiram um novo Crubi)
... na barra lateral; em 2009 (09/05).

Das crônicas; segue ... VICIO4X4 e UM SONHO4X4

Dentre outras, deixando rolar morro abaixo...

Inté+ .... quando houver disposição.

IN-tempo: sem jeep é fodal!

Motivação4x4


O gosto pela coisa. O prazer em fazer bem feito.
Nas trilhas; no desconhecido e pelo inesperado. A consequência.

Eventos novos ou aqueles que gostamos de repeti-los por sempre encontrar-mos boas surpresas. E falar; valeu di-novo!
Sempre vale!

Os riscos de sempre. A preocupação e segurança na mesma proporção. A mesmice da rotina positiva. Das coisas boas traduzindo-se em confraternização.

Das lembranças di-cada qual.
Dos comentários e crônicas que ficam memorizadas.
Das brincadeiras & gozações. Do churras di-sempre.

E, principalmente da importância em se manter viva, a motivação4x4.

Os novatos; os iniciantes... Os que estão chegando a um Crubi.
Será, trazem consigo ou buscam essa motivação4x4? E até mesmo os antigos...

Pois, a descontinuidade, nos leva ao costume da ausência. Cria-se a rotina negativa. A desmotivação torna-se a mesmice da-veiz. E daí; fudeu!

A fragmentação; a dispersão e rumos diversos, provocam a erosão. Desviam-se os caminhos dantes tão prazerosos e de objetivos coletivos. Da individualidade a serviço de todos.

Fragmentado e disperso ficará no aguardo duma luz.

Com certeza toda, a luz será a busca por novos rumos4x4.
Por sinal, o artigo abaixo ...

Inté+

Rumos4x4


Num futuro de médio e longo prazo, quais rumos seriam os prováveis?

Estamos entrando no limite das disponibilidades de locais para trilhas. Cada vez mais, as permissões ficarão escassas. A disposição dos jipeiros na busca desses locais é da mesma, para menos. E o pior, são sempre os mesmos poucos que saem em busca. Não surgem novos interessados nessa busca. É lamentável.

Dificuldade e indisposição limitam essa progressão que já é devagar. As dificuldades de uma grande trilha limita outros tantos e cria uma indisposição maior gerando outros motivos... Quebradeiras e afins. Extras e pessoais.

Menos mal, que trilhas leves ainda se fazem presente e podem por um bom tempo fazer com que se crie motivação para novas buscas. Os mesmos farão isso di-novo.

Assim, os de sempre saem nessa busca... Eles, os de sempre é que mantém a lida4X4 ativa. Por esses, os Crubi’s offi-roudi ainda podem manter no nome, o título de 4x4. Fazem valer di-fato.

Encontrar uma trilha de muitas dificuldades está raro. Os locais estão distantes. As que estão perto e poderiam servir pra essa finalidade, geralmente tem o acesso negado. O medo de ocorrências extra-evento também contribui pra negação. O proprietário no risco de incomodação, não pensa duas vezes em dizer não.

De certa forma, os números andam juntos. As grandes trilhas que são poucas fazem parceria com os jipeiros dessas que também são poucos. Caberá a esses e como sempre foi, a busca incansável que vai gerar a oportunidade das grandes trilhas.

Enquanto isso e por quanto possível, andaremos no linear de trilhas mais leves ou curtas, que podem ser associadas a um evento associado e fazer desse, um grande evento. Uma bela confraternização de 4x4 e 4x2.....1x1.

Para quem gosta de raid & rally, as oportunidades irão surgir cada vez mais. Evidente que acontecerá mudanças nas modalidades em função das dificuldades inerentes as regiões. As permissões e acessos farão com que sofra alterações; mas mesmo assim, o prazo parece, será mais longo.

O fora de estrada andará literalmente na estrada por mais tempo. Nem que seja para chegar ao local de trilha. Os passeios deverão ser vistos com melhores olhos até mesmo por aqueles que só pensam em trilhas... Passeios servem para trazer ou tentar trazer para o grupo4x4, novos interessados. Despertar interesses.

Propriedades alheias e destinadas, surgirão como alternativas indoor. Provavelmente, será esse um dos rumos que mais acesso terá. Alternativas poucas levará para esse rumo.

Outras poucas que servem de alternância para não gerar a desmotivação e evitar o rumo que poderá vir a ser o da Grande Mesa das Idéias. Fodinha essa!

Enfim, rumos4x4 um assunto que toma o cotidiano dos mesmos di-sempre.

Boa Sorte4x4 a Eles, na busca de novos rumos... SEMPRE!

Inté+



Básico4x4

Ano Novo; Trilhas Novas! ... Novos Eventos!
E o Jeep a quantas anda? ... ou não anda faz tempo?


Gaiola; Santo Antonio e Estribos, são suficientes para um mínimo de Segurança. Ganchos e engate traseiro, serão necessários para que se possa acompanhar legal as trilhas. Cordas; enxadão e outros ítens, facilitam a vida de todos...


Motor e mecânica geral; revisados e adequados. Pneus corretos para o que se pretende fazer. Inclusive que o estepe seja do mesmo tipo que está rodando.


Se o Jeep está legal; .... o Jipeiro como está?


Tem experiência? Já participou de outras trilhas como jipeiro e/ou até mesmo di-zeca?  Caso não tenha experiência ou não se sinta confiante, evite levar Crianças ou pessoas que não tenham experiência nesses tipos de eventos. Diminua assim, a Chance pro Azar.


Se não tiver experiência, procure ler a respeito. Se instruir será de tamanha importância para si e para os demais. Seja humilde e peça toda e qualquer informação que julgue útil. Não se faça de entendido. Não coloque em risco as outras pessoas pois não gostaria que alguém estivesse agindo de forma irresponsável também. Participe com Segurança. Pense e faça isso.


Seja responsável;
... consigo mesmo, com os seus e com todos os demais.


Sempre tenha em mente que a Chance pro Azar estará sempre presente. Respeite os eventos e principalmente as trilhas. Não tenha vergonha de sentir medo numa trilha. Quem sabe esse medinho poderá fazer com que pergunte bem antes de fazer a grande mortal.


Não banque o sabido e tenha sempre uma boa dose de Humildade. Pense nos outros. Cada um pra si está longe de Companheirismo & Camaradagem.


A SEGURANÇA É DE TODOS; A RESPONSABILIDADE É INDIVIDUAL!


Boas Trilhas & Bons Eventos!


Inté+


IN-tempo: na coluna da direita, além de frases por vezes não muito simpática a alguns olhos, existem link's específicos. No mês de maio, tem outros interessantes que podem trazer um pouco de aprendizado. Não tem custo algum saber um pouquinho a mais...




UM SONHO4X4

É sábado; acordei cedo... Preocupado, pensei; devo estar atrasado e o pessoal já deve ter saído. Afinal, estou desacostumado. Perdi o ritmo. Falta o hábito positivo...


Me acostumei estar ausente.
Falta muita coisa. A falta do jeep é sofrida.


Enfim, não estou atrasado. Cheguei no horário. Vejo-me em comboio. Sim de Zeca; porque não? Mas, o comboio está em rumo. Com disciplina, faróis ligados e velocidade de cruzeiro, ou real. E é real. Pois estou ali... Sonho assim.


Que sonho gozado. Estou vendo, participando e nem sei pra onde estou indo. Acompanho, converso e pouco como sempre. O piloto nem liga. Ou liga; o rádio e aumenta o volume. Tanto faz. O sonho é meu.


O panorama me é familiar. Reconheço alguma coisa... Aqueles morros verdes me indicam o oeste. Certamente que depois, perde-se a bússola, ignora-se os rumos e nos preocupamos somente com a trilha.


Abre-se a porteira, a trilha se aproxima ou nos juntamos a Ela. Deparamos-nos enfim com nosso rumo4x4. Sou Zeca do 1º jeep. A responsabilidade aumenta. Tento no sonho, diminuí-la, pois não estou mais habituado a essas lidas. Não tem mais jeito... Estamos em curso.


Por sorte, choveu bastante na noite anterior. Pela mesma sorte, continua chovendo e já sei que estamos indo para uma abertura de trilha. Estou tendo um dos melhores sonhos de jipeiro. Ou de Zeca.


A dúvida pelo caminho se torna freqüente. Não sabemos ao certo. Qual rumo é o certo. Na dúvida; lembrei-me: pegue a da esquerda. Sei lá!


Jeep da frente; somos os primeiros. Somos todos os primeiros. Ninguém antes tinha estado ali a não ser pra conferir se era possível. Se a trilha ali está, com certeza é possível. Já passamos várias vezes por essas experiências. Vamos conseguir como sempre foi. É o objetivo.


A sorte continua. É longa a subida. É uma picada que a vegetação tomou conta de volta. Precisa ser novamente desobstruída. Não será fácil. Será perigoso. Muita dificuldade. Porém, nenhuma novidade a não ser pela trilha que é nova para aqueles que se aventuram nesse meu sonho.


Vamos em frente. A cada trecho a dificuldade aumenta. O perigo se torna acompanhante. Aguarda nosso vacilo... A inclinação aumenta na medida em que avançamos. Erosões começam a surgir e nos cumprimentar. Facões, somente nos jeep’s, pois a trilha não está aberta. Soubemos então do que teremos de enfrentar na descida. Jeep que sobe, tem de descer.


A dificuldade e o perigo nos chama atenção. Nos faz pensar e reagir. A segurança é acionada. A preocupação aumenta. As técnicas aprendidas na prática e até mesmo em alguns dizeres passam a ser utilizadas...


Ferramentas exigidas ao extremo. Me vejo a frente em companhia de outro Zeca. Eu com um facão e Ele com uma foice. Estamos longe. O grau de inclinação da trilha nos dificulta. Não nos afasta. Não desistimos do que temos de fazer... Logo atrás, se aproxima o jeep. Tem de vir com segurança. Não podemos facilitar. Depois, virão os outros...


A chuva aumenta. A sorte também. Assim como a dificuldade e o perigo. A preocupação vem na mesma proporção. Pensamos em grupo. Cada um pra si nessas horas, não contribui com nada. Depois, teremos a descida.


Num futuro próximo, mais jeep’s se farão presentes. Uma boa abertura de trilha trará segurança agora e em outros eventos. O serviço tem de ser bem feito. Afinal, estamos ali para isso mesmo. Noutros dias, a manutenção.


A subida continua. A chuva também...
A sorte; sei lá. A trilha é ótima.


Ninguém preocupado com churrasco; almoço ou descanso. Somente em aproveitar essa trilha. 
Esse meu sonho que parece não acabar mais. A subida não tem fim... Não conhecemos esse final.


Já passa das 13,34h. Saímos às 08,33h. Estamos muito alto. Porém sóbrios. Seguros. Tanto, que começamos a programar a descida. Teremos de acompanhar a água que também começa a rolar morro abaixo. Teremos então, de rodar morro abaixo. Com segurança e todos cientes disso.


Subidas e descidas são conhecidas de muitos. Na subida, tem-se um tempo a mais. Podemos refletir, discutir opiniões e testar algo novo. Temos tempo pra parar caso não seja o correto o que fazemos. Nem sempre a subida é devagar, mas, temos um tempo extra...


Quando da descida, o que aprendemos temos que colocar em prática. O raciocínio rápido; o reflexo; por vezes o acelerar morro abaixo; tudo isso pode ser necessário. O tempo é curto. O tempo é outro. A sorte nem sempre.


Mas, a gurizada é esperta. Está vivida. Experiente. Sabe o que faz. Atento a qualquer orientação de urgência. São seguros e com a sorte de quem sabe o que está fazendo corretamente.


Ótimo sonho4x4. Pelo menos tem começo e meio. Não imagino e nem sonho quanto ao fim. Espero, seja como está sendo até então.


Inicia-se o procedimento de descida. Manobras e tantas quantas forem necessárias sem correr riscos... Ou rasgos. Na subida não tivemos os facões. Agora, alguns terão de ser feitos. Cordas e cintas para manter o jeep no rumo certo. Ancoragens passam a ser de rotina quando se tem no comboio um jeep só com a tração dianteira. Não temos horário de chegada. Somente a hora presente e que devemos utilizá-la da melhor forma. De forma segura. Soubemos disso. Hábitos positivos.


Estamos descendo bem. Todos subiram. Todos tem de descer. A subida não foi nada fácil. A descida não será nenhum pouco. E não foi. Foi difícil e muito perigosa. Não é uma trilha fácil. É de certeza uma ótima trilha4x4. O conceito é de dificuldade & perigosa.


Chegamos; ninguém preocupado com horário. A chuva não para. O galpão é o melhor refúgio. Agora sim, o churras merecido.


Tiro a capa emprestada e por momentos me vejo pensando lá no alto. Das dificuldades. Do que fizemos. E de momentos de descontração... Cevas geladas. Incrível; Bohemias di-garrafa. Ceva’s claras e também escuras. Apropriadas pelo clima da montanha. Di-fato uma montanha. Pão & Lingüiça desde os tempos di-outrora...


Não chegamos ao final da trilha. Não soubemos onde fica... Mas, avançamos bem. Ninguém se perdeu na montanha.


Fica a certeza de se tornar uma das melhores trilhas. Fica também a certeza dela ser respeitada como tal. Subiu; tem de descer.


Tem uma frase dum Zeca: É melhor ser Zeca de quem não sobe. É bem mais seguro aqui embaixo. Cada um; cada qual. Serve para refletir...


Que sonho4x4. Terei de acordar. Espero acordar dentro do jeep. Pelo menos será a esperança de não ter sido um sonho...
.....

É domingo; estou em casa.
Acordado. Sonhei ou não. Sei lá!


Inté+

IN-tempo: dói um pouco o joelho...
........................Deve ter sido uma BAITA TRILHA!


>>>


Para os que tiverem interesse em link's mais específicos, verificar em Títulos do blog no mês de maio. Desde Segurança; Iniciante; Atitude; Manutenção; Clube; e outros...



>>> Frases interessantes na coluna ao lado.




Dificuldade4X4

Dentre todas;
considero essa, minha grande dificuldade.
Está sendo das mais difíceis até então. Sem dúvida; a maior. 

Nunca tinha pensado quão difícil poderia ser.
Não tenho mais meu Jeep. É incrível; a falta.
 
Ele vai brilhar com certeza, noutras paragens.
A Ele, ficará meu eterno agradecimento.
Por tudo de satisfação e realização por quais passei.
 
A Ele, peço desculpas pelas inúmeras vezes que o deixei em situações não muito boas... Agradecendo, a Ele, de lá ter-me tirado sempre.
 
1999 > 2009 ... Uma Década de Satisfação!
 
OBRIGADO MEU JEEP!
Sorte & Sucesso Sempre! ......... como Sempre foi.
 
Inté+

IN-tempo: Obrigado di-novo!
 

Emoções4x4

Numa trilha, onde a adrenalina por vezes se mostra e deixa na estampa a dificuldade do que está ocorrendo; pode também, deixar transparecer emoções outras que somente surgem quando exemplos de Amizade & Companheirismo se fundem nessa mesma estampa.

A trilha já havia de anos, trilhada. Nenhuma surpresa a não ser que aos poucos fomos reconhecendo trechos de seis anos passados que outrora eram considerados duma dificuldade maior e que nesse memorável sábado, não mais seria assim.

Na medida que lembranças vinham a mente, o transcorrer normal da trilha mesmo que tivesse chovido o suficiente pra torná-la mais dificil (o que não ocorreu), e paralelo a essa normalidade e o prazer de estarmos numa trilha, estava ocorrendo uma pegadona.

Explico; alguns dos presente, eram convidados dum integrante aniversariante e que dentre eles nutrem uma Valiosa Amizade. Bacana mesmo!

Pra não tornar meloso, encurto partes e digo a voces que foi extremamente gratificante participar dessa brincadeira; ou seja: eles na medida que a trilha transcorria, iam danificando com o capô do jeep do principal personagem. Gozações e brincadeiras transcorriam assim como os preparativos para o local do churras a margem dum riacho.

A coisa não parou e tomou conta de todos. Todos sabiam agora o que de fato transcorria naquela trilha; .... menos nosso Amigo que aos poucos ia sucumbindo e não suportando mais o nível dessa ocorrência que por mais que quisesse compreender, não tinha jeito de saber.

A coisa piorava ainda mais quando os mais antigos a ele chegavam e de forma intercalada, iam dizendo que não estavam contentes com a presença e o tipo de postura dos amigos dele. Nunca deveria ele ter trazido aquelas nabas.

Estranhos totalmente ao ninho. Nosso grupo não aceitava esse tipo de coisa. E assim foi sucessivamente ocorrendo. Por todo o retorno da trilha e piorando mais quando do local da saideira.

Antes do local, porém, ligaram dum orelhão para preparar a derradeira e mortal. Lembrando daquele capô e suas imerecidas porradas (até que tinha pouca massa). Desse telefonema, a confirmação que estaria a caminho um NOVO capô. E sem massa. Ele desconhecia tudo isso. Nós íamos aos poucos nos interando e sendo parceiros dessa pegadona.

Os Amigos Dele eram di-fato uns legítimos "filhos ...

A trilha em si, não fazia mais nenhuma importância maior, a não ser pela satisfação de termos trilhado e sem que nenhuma ocorrência desagradável tivesse acontecido.

Foi muito legal. Legal também a chegada na saideira... pela receptividade e reconhecimento de que em épocas passadas dali fizemos grandes confraternizações desse tipo. As tirinhas de tilápia frita com o palmito da-veiz, faziam com que o evento se tornasse melhor ainda.

Mas, a coisa foi pegando. A emoção que agora já estava tomando conta de outros, também se fazia presente. O cara não suportava mais. Teve um momento que um daqueles Amigos Dele se chegou a um antigo nosso, e a cena de discussão e empurra-empurra se tornou crítica, o cara desabou... não se conteve mais e não sabia o que fazer.

Os sons que se ouvia não era mais de confraternização e brincadeiras normais. Era o capô do Manhoso que estava sendo destruido de todas as formas e por muitos...
Enton-se, a ficha começou a cair.

O papel de presente do capô novo e sem massa, já prenunciava o que viria a seguir. Lágrimas secas e molhadas surgiam na cara do cara, mas, já eram notadas em algumas caras lisas e outras caras enrrugadas pelo tempo...

Foi extremamente emocionante.
Os acontecimentos desde a manhã, culminaram pra que não pudesse ser doutra forma. Foi bacana mesmo e dum significado que ficou a todos, de extrema Amizade & Companheirismo.
Parabéns a Todos!

FABIANO; ... Sorte & Sucesso Sempre!


Inté+

IN-tempo: Emoções4x4 ocorrem das mais diversas formas.




Vicio4x4


Vicio esse de extrema dependência. Sei lá se é do jipeiro ou se é do próprio jeep. Como sabem; ou deveriam saber, jeep tem vida própria. Mas, sendo um vício, pode ser um problema.


Sendo um problema; proveniente de um jeep e não sendo um problema de ordem mecânica, pois sendo vício, pode ser considerado de ordem física, tratando-se logicamente do jipeiro sem dizer com isso que o jipeiro está sendo tratado desse dito problema, faz com que sem querer, possamos misturar os próprios vícios. Vícios esses tanto do jipeiro como o do jeep. Vicio é sempre complicado.


Porque não dizer que pela afinidade sempre vista no cotidiano dos eventos4x4 e podemos assim afirmar que nem sempre essa afinidade se dá de maneira harmoniosa e compreensiva da parte de ambos... Quase saí do facão agora.


Bem, o que quero dizer sobre a afinidade e poderei depois falar da parte referente aos conflitos presentes nesses tais eventos... É o seguinte:


O jipeiro além dos vícios secos tem também os molhados. O jeep da mesma forma os tem. A diferença maior é a dependência de cada qual. Diga-se a favor do jipeiro, que a dependência do jeep é maior, pois além de se submeter ao próprio vicio, o jeep para alimentar esse tal vício, depende do jipeiro.


O jeep com tantas virtudes e conceitos que ilustram a maior parte de sua existência, traz consigo a pior das dependências: depende do jipeiro. Embora, exista nisso uma boa dependência, ou seja; imagine se o dono não é um jipeiro? Daí o jeep tem mais é sair do facão e descer o barranco com tudo dentro... Menos as crianças que vão preferir olhar a grande descida do lado de fora e encima dum lugar seguro e de bom visual acompanhada dum lanche adequado...


Alguém poderá dizer por gostar demais do jeep que o jipeiro é o maior dependente. Quanto a isso, existem N interpretações, sendo a mais importante a que se refere o seguinte: se o jipeiro é o maior dependente em relação ao jeep é porque de fato e de direito, não se trata de um jipeiro. Trata-se somente do dono e por muito de um grande simpatizante da espécie jeep. Ou seja, tão somente isso e nunca um jipeiro. Sendo assim, as outras demais interpretações não possuem valor algum.


Valor tem o que se refere a conflitos de conduta quando dos eventos4x4. Me refiro somente ao jeep & jipeiro. Não entra nesse contexto outros jeep’s e outros jipeiros fazendo qualquer relação a não ser essa referente aos vícios; afinidades e tratamento para amenizar esse tipo de coisa que sabe-se de décadas que não tem cura e nem benzedura específica pra coisa. Porque, se misturar o que acontece normalmente nos eventos4x4, dificilmente conseguirei terminar a contento essa naba.


Como sou dependente dessa droga, facilmente me vejo em situações nebulosas que não me trazem uma visão ajustada pra prosseguir e misturar os assuntos. É que nem misturar diversas drogas com o mesmo drogado. Vira uma droga.


Assim me encontro agora. Inebriado; drogado; mas, simplesmente um ser consciente. Um viciado consciente. Viciado nessa droga de jeep. E por vezes me vejo pensando que se o jeep tem vida própria deve possuir seus próprios pensamentos sendo que um deles poderá se referir ao seu dono jipeiro.

Com a palavra o jeep...


Inté+


IN-tempo: se existe vicio bom; andar de jeep é um deles.

A pouco fizemos isso quando fomos levar alimentos numa casa onde a Matriarca sustenta a si e a seus 21 dependentes.

Fui zequinha do Alexandre Maia nessa virtuosa tarefa...




4x4 ... nem sempre é a mesma coisa.

Principalmente longe do barro; das trilhas e dos eventos4x4.

Na particularidade de cada entidade o andar cria sua própria personalização. Gera a identidade pela qual o clube será identificado no meio; ou nos seus afins.


Quando escrevemos A TODOS, ou, quando escrevemos a alguém e por vezes IN-off, ... Muitas vezes sem saber, acabamos de gerar o MER-doff. E, quando conversamos pessoalmente com alguém sendo algumas vezes em OR-loff, no momento disso, é que faz a grande diferença. A dupla visão por vezes é real.


As questões e respostas poderiam ser as mesmas, mas, diferentes na colocação e muitíssimo diferentes na interpretação. Sempre será assim. Os bastidores tem seus próprios labirintos; seus cantos vivos.


Interessante também dizer, que, quando em OR-loff naquelas reuniões finais, muito do que se diz, avança IN-off com outros amigos durante dias. A coisa se transforma em MER-doff pelas conveniências di-cada-qual. Tem lá os seus propósitos. Serve de assunto pela ausência de algo ou pela insistência da inércia e pela conveniência de se levar adiante o que não tem toda essa importância.


Eu já tenho esse domínio, essa coerência: tanto falo como escrevo os impulsivos merdon’s. Diga-se, domínio e coerência no sentido do merdon; do dia-a-dia e por vezes também à noite. Faiz parte. Chance pro azar. Prenúncio provocado.


Em verdade, muito do que escrevo tem a ver com meus impulsos relacionados com alguns poucos e-meios IN-off que recebo. Estou tentando e procurando controlar esses impulsos em função das catapultas que estão arremessando-os...


No escrever, é fodal. Não tem como reverter ou mudar. Está lá. Fica gravado. Fica o merdon. Se escreveu, foi pensado. E se analisado, foi sem arrependimentos mesmo porque se vai escrever de forma dependente, é melhor não escrever pois se perde a autenticidade. Motivo esse de poucos escreverem sobre determinados assuntos principalmente os julgados assuntos inconvenientes.


De qualquer sorte ou azar; é uma experiência muito interessante.


Dependendo do que se escreve, as interpretações podem não ser as mesmas pra quem está lendo. As diferenças nos leitores se destacam. Às vezes, estamos interpretando como uma resposta de algo que também se escreveu tempos atrás. E não tem nada a ver; ... Ou tem; foi propositado é contexto. Tudo a ver!


Isso tudo é muito bacana, legal e nos faz melhorar em nossos aprendizados. O cotidiano na coletividade nos mostra caminhos que temos de aprender a andar. Rumos diferentes que para cada qual, se avista também diferente. O melhor é não andar sozinho. É que nem em trilhas.


Enfim; buscamos todos, nossos objetivos4x4 ... 4x2 ...

A satisfação pessoal. Um cotidiano mais ameno talvez pela aceitação do que nem sempre é a mesma coisa. Fodinha essa!


Inté+


IN-tempo: Já dizia Adisdeu:


“Tudo o que nos irrita, nos outros; pode levar-nos a uma melhor compreensão de nós mesmos”.


Acidentes4x4

Quem sabe; sendo considerado de simples acontecimentos4x4.


Impressiona a despreocupação com a SEGURANÇA.

Impressiona muito mais quando nos eventos as crianças se fazem presente.


O sujeito tem uma habilitação para dirigir em todo território nacional. Por lei, essa habilita o motorista. Se o cara tem um jeep, a carteira de habilitação é a mesma...


Imagine esse cara que nunca se preocupou com segurança alguma, muito menos a segurança dos outros, estando numa trilha. Não precisa nem ser uma trilha difícil. Uma trilha leve seria suficiente pra ele demonstrar quanto vale sua habilitação.


Daqueles caras que não dá a mínima pra Normas & Procedimentos. O lema dele é não se estressar. Nadinha de disciplina e outras neuras referente à disciplina e procedimentos... Afinal, é tão somente um final de semana. Certamente, mal sabe engatar reduzida e marchas adequadas a cada trecho. Ou não deve ter muita experiência em off-road. Se tivesse, teria outra opinião a respeito.


Humildade pra perguntar também não será o seu forte.

É sócio do clube. Faz parte do contexto. Enton-se...


O pessoal que organiza as trilhas e passeios deve tomar a frente e evitar que esses possam participar sem ter o mínimo de orientação para um evento desse tipo.


Criar eventos de treinamento; serve pra finalidade de mostrar aos novatos o que se pretende quando se fala em segurança. Servirá também de eventos onde todos podem participar. Será legal até que muitos participem e reciclem algumas coisas e aprendam outras... Pilotar um jeep não é um dom. Tem de haver prática com prudência; cautela; atenção... porisso a necessidade desses eventos.


É importante no local de saída, uma referência do que terão pela frente. Uma chamada para a cautela e atenção. Avisos sobre procedimentos desde a saída; a conduta no comboio e atenção redobrada quando do evento. Isso posto, já coloca o pessoal de sobre-aviso. Somado a papos anteriores e experiências outras, evitam a exposição maior sobre os riscos inerentes desses eventos. Criem o hábito sempre desse prenúncio. Certamente estarão evitando dissabores...


Quando da entrada na trilha, pode ser o caso de se ter de intercalar jeep's que tenham guinchos com os que não tem. Pessoal inexperiente intercalado com os mais experientes. Quem estará a frente, deve saber o que está fazendo. O fecha trilha também deve ser alguém com experiência.


A manutenção das trilhas. A verificação antecipada quando se tratar de algum evento que tenha um número maior de participantes e principalmente quando o pessoal estiver levando esposas e filhos...


Quem participa de alguma entidade4x4, certamente já deve ter presenciado algum acidente. Desde os mais simples como sair do facão que serve de guia para o jeep até mesmo um tombamento ou capotagem. Coisas mais sérias podem acontecer. Ferimentos de gravidade poderão ocorrer...


O que impressiona é que alguns chegam a dizer que é normal esses acontecimentos incluindo as viradas. É normal um jeep virar. Claro que é normal assim como também é, quaisquer outros acidentes automobilísticos.


A partir do momento que esse "normal" torna-se corriqueiro, alguma coisa está errada. E daí, alguma coisa de certa deverá ser iniciada.


O que deveriam dizer é que NÃO é normal e deveriam ter outra visão para esses acontecimentos. Deveriam sim, se preocuparem com isso e adotar práticas que levem a diminuição dessas anomalias.


Normal seria a preocupação se estiver ocorrendo essas anormalidades. Essas ocorrências tem um volume maior em entidades que não tratam segurança como prioridade. Se não existir preocupação por segurança, certamente os acidentes vão ocorrer com uma frequência muito maior.


É o sistema 4D = descontração / despreocupação / desatenção / desconsideração. Resultado lógico = merdon!


Fatalidades e acidentes menores podem ocorrer e acontecem. Não se duvida e muito menos se discute. O que se pretende é prever que possam ocorrer. Dessa pretensa visão, devemos tratar o assunto diferentemente do costumeiro e habitual jeito.


Trata-se de focar e se preocupar com a segurança de todos. De mostrar desde o início para aqueles que estão entrando e chamar atenção daqueles antigos, alguns até pode ser fundadores; o quanto devemos todos ter consideração e tratar o assunto de forma que produza o efeito desejado.


Normas & Procedimentos deveria ser rotina positiva.

Regras & Disciplina; da mesma forma.


Essas somente contribuem para a organização e planejamento.

Quem é contra, deve ter de alguma forma, uma visão desorientada. Não tem noção ou nunca participou de grupos organizados e/ou é tão somente mais um daqueles que tem como base, a contrariedade a tudo. A evidência como topo.


Pense no grupo e naqueles que participam. Os contrários, certamente não participam de trilhas e passeios4x4 onde será necessário ter habilitação prática. Falta essa experiência para eles. Nota-se claramente isso quando vão nos eventos... é merdon na certa.


Outra certeza, é que esses se sentam à mesa das idéias e por vezes conseguem levar que outros possam pensar também dessa forma. Alguns concordam ou se omitem por acharem que não vale a pena discutir isso. É lamentável. Alguns que não tem filhos, quem sabe porisso, não se preocupam. E os filhos dos Amigos?


A pessoa tem de ter noção de quanto a sua opinião poderá alterar de forma negativa sobre um assunto dessa natureza. Se não vai aos eventos; se não participa de procurar os eventos4x4; se a participação e opinião é sempre de forma individualizada, tem de ter cuidado na hora de opinar. Tem de pensar se ao opinar estará contribuindo ou simplesmente dando uma opinião puramente individualizada? Tem de pensar na coletividade mesmo que não participe dessa forma. Tem de pensar no grupo. Existem crianças e esposas participando dos eventos4x4. E mesmo que fossem somente os barbados; devemos todos tratar o assunto com mais seriedade e responsabilidade. PORQUE NÃO?


Acontece seguidamente; o sujeito não vai estar presente nos eventos e fica dando opinião a respeito. Se não vai participar na realização, evite participar dando opinião. Salvo se for alertar sobre algo que deva ser referenciado.


Se concordar ou discordar é tão comodo; então pense no que seria melhor pra coletividade, antes de opinar.


Numa reunião e nos próprios eventos, temos tempo de sobra para refletirmos e começarmos a pensar seriamente sobre o assunto...

O tempo é o mesmo que para outra discussão menos interessante.


A atividade4x4 está atrelada ao risco & acidentes.

Quando se rasga segurança; se dobra a chance pro azar.


A SEGURANÇA É DE TODOS; A RESPONSABILIDADE É INDIVIDUAL!


BOA SORTE4X4!


Inté+


Quando não existe compromisso com SEGURANÇA, desde então não se tem preocupação por ninguém; muito menos pelas CRIANÇAS. Isso não faz sentido!


Iniciante4x4

............................ qual o jeep?

 

Indecisão; dúvidas e as mais diversas questões vêem a mente numa hora dessa. O que fazer; pra quem recorrer. Tranqüilidade é o melhor caminho. Outro será ruim.

 

O primeiro ponto é quanto à decisão de querer e poder ter (leia-se também manter) um veículo4x4. A partir daí, a coisa já ficou até fácil demais de tão simples.

 

Porque, se pode e está decidido a fazer a caca; porque não? Veja, tenha sempre em mente o seguinte: precisará de dois loucos; um pra vender e outro pra comprar. Fechado.

 

Enton-se, é só ir atrás dum bicho4x4. Pera-aí; simples é uma coisa, impulso é outra coisa. Uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa....

 

O segundo ponto, é quanto se pode dispor nesse “grande investimento”. As vezes, é um caminho sem volta; ou dependendo do arrependimento, uma volta rápida demais com algumas derrapadas, atoladas e prejuizo na certa caso se faça bobagem.

 

Cuidado com impulsos antes e depois da compra, principalmente com acessórios ou com as modificações que dizem, melhoram a performance da naba4x4. Cuidado com isso.

 

Não quero dizer que não funcionam. Nada disso. Veja da real necessidade de estar se voltando para algo desse tipo. Nem todo mundo que faz essas modificações e até mesmo que faça todo um projeto inteiro, participa de eventos4x4 ou um “rock crau”. Nada a ver.

 

Tem gente que prepara o jeep de tal forma que se fica a imaginar o que poderia ser feito com aquele veículo. Os lugares que ele poderia transitar..... e não é nadinha disso daí. Simplesmente o dono gosta de mexer e alterar. Anda somente na cidade. No sitio. O jeep nunca viu barro; atoleiros e afins...... já outros, fazem o diabo. Colocam em prática tudo aquilo que idealizaram. Depois, como se não bastasse, continuam aperfeiçoando cada vez mais... o jeep perde o valor racional. Pra eles vale a pena; é o que importa.

 

Dessas experiências todas, sempre sobram alguma coisa para servir de orientação. Bacana tudo isso; legal mesmo..... mesmo porque, não é eu que tô bancando.

 

Outros e muitos por sinal, fazem com um jeep4x4 normal, coisas estupendas, difícil até de acreditar. Só vendo. E fazem, acredite. Participando de trilhas, vai presenciar. Evidente que poderá ver muitas coisas que não devem ser copiadas. Não entre naquela velha história de aprender com os erros. Terminará errando;..... e arriscando ou riscando.

 

Não devemos nos deixar induzir ou ficarmos condicionados por essa literatura técnica que não soubemos nem o que quer dizer e já pretendemos modificar nosso jeep que ainda nem escolhemos, nem compramos e nem soubemos direito que precisará ser feito. Se é que precisará. Pode até ser que precise; mas depois, com calma.

 

É bom observar toda as modificações feitas naquele jeep que se está interessado. Quais os acessórios que foram instalados / adaptados. Quanto isso está influenciando no preço, quem sabe, inflacionando sem necessidade pra gente. Identifique as gambiarras.

 

 

DECISÃO & DIN-DIN; simples demais... nada além.

 

Decisão OK, resta o valor do investimento; queres pagar quanto?

 

A partir desse QUANTO, as coisas tornam-se mais fáceis ainda. A gente é que complica demais. Temos por hábito complicar coisas tão simples.

 

Quanto? ...10 / 15 / 20 / 25.000 / ...........  Quanto?

 

Quando se fala em calma, é tranqüilidade antes da caca; é bom rever alguns pontos e refletir melhor sobre o todo. Ou seja; o que pretendo fazer com essa naba4x4?

 

“o que eu gostaria é de um jeep que tanto pudesse servir pras- trilhas  e que servisse pra eu ir a facul, e no dia-a-dia e também di-noite, já que vou ter de abrir mão do meu carro (a mulher vai ficar com ele; ou, ............o pai vai me tirar o carro)”.

 

Depois dessa, volta aquela do hábito de complicar coisas simples.

 

Caracas; afinal, pra que queres um veículo4x4? Pelo menos, veja qual será o percentual maior de utilização da naba4x4. Trilhas, passeios, estradas, “urbanus usus”,  mostrar na faculdade e esperar a clássica pergunta:  “faiz raidi”?

 

Voltando a simplicidade das coisas e no sentido lógico (se é possível) de se querer um 4x4 e tá decidido a isso,  volta-se a grande questão: QUERES PAGAR QUANTO?

 

Quanto? ... 10 / 15 / 20 / 25.000 /

........... se for 100; tá preocupado com quê?

 

Esse segundo ponto, é o mais simples e também, o ponto de partida.

 

13.000 = Niva e Willys   /   18 a 27.000 = Vitara e Samurai

27.000 = Engesa   /  35.000 = Troller frex-arcol

45.000 = Troller di-novo... daí pra cima.....Troller di-novo...

 

(além de outros; JPX; Toyota; Camper; Javali; Land; Rural; ....)

 

Atente, pois serão veículos embora 4x4, mas, serão básicos. Não coloquei ano, pra não receber avisos tipo: por esse valor eu compro dois ou não consigo comprar um....

 

Qualquer coisa que faça, não fugirá em muito do gosto pessoal. É bom ver detalhes que certamente vão influir no conforto ou desconforto caso não verifique antes. Até mesmo, comprar um jeep que não se goste da cor. É ruim hem! É decisão pessoal.

 

O veículo tem de estar em condições normais de uso4x4, é o mínimo que se espera. É como se fosse comprar um carro normal. O detalhe a mais, será o 4x4 e aplicação real disso. Se não, compre um 4x2 e deixe ele bonitaço para um desfile, passeio no asfalto ou uma procissão..... até mesmo, na ajuda de arrecadação de alimentos. É bacana também!

 

Jeep’s com capotas de lona..... quem quer ar condicionado / segurança a mais. Serviços de lataria (num jeep Willys, sai bem mais em conta a conta) assim como as peças mecânicas serão + baratas .... mão-de-obra, é parecida. A capacidade do mecânico nem sempre. A engenharia reversa di-gambiarra nem se fala...

 

Conforto urbano não será o mesmo de jeep pra jeep. Tem de olhar bem e procurar andar em cada veículo que possa estar interessado. Não tem melhor jeito. O melhor é andar. Leve um amigo que tenha alguma experiência4x4, para ver e andar no veículo. Procure os amigos jipeiros. Procure enturmar com essa raça; se não, pra que jeep.

 

Tem gente que anda num Willys e diz que é “duro de mais”; pula muito..... (o pneu frontiera está com 30lb ou mais em vez da metade ou menos); a direção é outra coisa ruim. Analise muito bem se realmente queres um jeep4x4 ou um outro veículo4x4 com conforto de automóvel. Desfile tem uma vez por ano..... no máximo duas.

 

O valor vai te ajudar a definir melhor; mesmo que não seja exatamente aquilo que de início pretendias comprar.

 

Não esqueças que precisa de dois loucos. Caso compre e te arrependas, terás de ir atrás de outro louco..... vai perder dinheiro. E num hospício não tem louco querendo jeep.

 

Tá certo, escrever é bem mais fácil. O naba4x4 será utilizado no meio-a-meio... tanto no mato, como urbano. Enfim, vai comprar  mesmo. Ta feita a caca.... enton-se, vamos lá:

 

Jepp4x4 em condições normais de uso, inclusive com tração e reduzida funcionando a contento..... esse jeep, irá onde os outros que estão participando do evento, forem. Terá as mesmas dificuldades (estou falando somente do jeep). Desde que; esteja com pneus adequados para o evento e a mecânica também esteja legal.

 

O sujeito terá dois jogos de rodado ou ficará também rodando com um frontiera 7.50X16 no asfalto..... já que o naba4x4 será utilizado no meio-a-meio com trilhas (é bom que essas, sejam trilhas leves, pelo menos de início); passeios e “urbanus usus”.

 

Se optar por um rodado + urbanus; é bom ter guincho.

Cambão, escambal......

 

Dependendo da cidade onde mora, o sujeito tem de andar +/- 80km pra fazer uma trilha de 4 a 5 km. Nada legal! O rodado influencia muito. O cara mora na cidade de Spaulo é uma coisa, o cara mora em Joinville, é outra coisa; .....poucos km do centro já tem trilhas.

 

Evidente que até a hora da caca, seja ela em qual sentido for, o sujeito deverá estar ciente do que está lhe aguardando. Terá ido de zeca principalmente em trilhas e obter o máximo possível de informações práticas e aprendido alguma coisa com isso.

 

Na trilha, é o melhor lugar de perguntar o que fazer (antes de fazer). Humildade nesses locais, será sempre bem vinda. Bem, esse já será um outro assunto.... outra prosa.

 

Em resumo; feita a compra (veiculo sem documentação ou enroscado, não se compra), ande um bom tempo com ele antes de começar a mexer.......

 

Quanto mais se mexe, mais mexido fica; ............. e o gasto aumenta e bastante....

 

Andando com ele, é que se cria uma lista de prioridades. Depois pesquise bem e avalie o custo / benefício de modificações que por vezes, não são necessárias.

 

Um bom jeep4x4 em condições, depende de: pneus / jipeiro / sorte.  MANUTENÇÃO!!!

 

SEGURANÇA! .............. em primeiro lugar na lista e nos eventos. Não esqueça disso.

 

Trilhas & Passeios4x4 = Companheirismo & Camaradagem.

(melhor custo benefício; ................. será difícil de encontrar)

 

Nunca esqueça: se estiver levando crianças;

CUIDADO REDOBRADO / SEGURANÇA!


Crianças sempre em primeiro lugar; no jeep, no banco de trás e com cinto.

 

Boa sorte4x4!

 

IN-tempo: na dúvida; .......... pergunte antes di-fazer a mortal.